Assim como o Sena, como funciona a despoluição de um rio?

Agosto de 2024 – O Rio Sena, um dos mais icônicos símbolos de Paris, ressurgiu nas Olimpíadas de 2024 após um século de contaminação. Graças a um ambicioso projeto de despoluição, com um investimento de 1,4 bilhões de euros (cerca de 7,3 bilhões de reais), suas águas foram revitalizadas, permitindo a realização de competições aquáticas, como o triatlo, durante os Jogos Olímpicos. Mas como foi possível restaurar a qualidade da água de um rio que, por mais de um século, foi poluído por esgoto industrial e resíduos urbanos? A resposta reside em uma série de esforços coordenados e na aplicação de tecnologias inovadoras. Cerca de 10 anos atrás, teve início o processo de purificação do Sena, que incluiu, entre outras ações, a implementação dos “jardins filtrantes”. Essas áreas verdes são projetadas para filtrar e tratar a água de maneira natural, utilizando plantas que removem poluentes e melhoram sua qualidade. Este processo, combinado com o tratamento avançado de esgoto e a redução das fontes de poluição, foi essencial para que o Sena pudesse voltar a ser um rio limpo e saudável. Um dos pilares fundamentais desse processo foi é a coleta e o tratamento adequado de esgoto antes do seu lançamento no curso d’água. Para garantir a despoluição efetiva, foi necessário implementar sistemas de tratamento de esgoto eficientes e descentralizados, que eliminam contaminantes antes que a água seja devolvida ao ambiente natural. Sem essa etapa crítica, qualquer esforço de despoluição estaria fadado ao fracasso, pois a principal fonte de poluição continuaria a comprometer a qualidade da água. “A despoluição de um rio requer uma abordagem multifacetada, que pode incluir desde o controle e tratamento de esgotos até a reintrodução de vegetação nativa e a restauração de ecossistemas ribeirinhos. Cada rio possui suas particularidades, mas o exemplo do Sena demonstra que, com a combinação certa de recursos, tecnologias e vontade política, é possível reverter décadas de degradação ambiental e devolver à população um recurso hídrico vital”, comenta Sibylle Muller, engenheira civil e CEO da NeoAcqua, empresa de referência em sistemas de tratamento e reuso de água e esgoto. Além de serem uma solução sustentável, os jardins filtrantes ajudam a restabelecer o equilíbrio ecológico do rio, promovendo a purificação da água de forma contínua e natural. Essa abordagem provou ser eficaz na recuperação do Sena, contribuindo significativamente para que o rio voltasse a ser seguro para atividades recreativas e esportivas. Conforme destaca Sibylle Muller, além dos “jardins filtrantes”, outros processos desempenham papéis cruciais na recuperação de rios como o Sena. A dragagem e a retenção de resíduos sólidos, através de técnicas como a dragagem contínua do fundo dos rios, o gradeamento e a instalação de separadores de sólidos, são igualmente importantes. Esses métodos são focados na remoção de objetos e detritos do fundo do rio e na prevenção de que resíduos sólidos entrem no curso d’água, ajudando a manter a qualidade da água e a evitar novas contaminações. Sibylle Muller ressalta que, embora todas essas técnicas sejam fundamentais, o passo mais crucial na despoluição de um rio é a melhoria da qualidade da água que nele é despejada. “Para iniciar um processo de despoluição eficaz, é essencial interromper a poluição na fonte ou garantir que toda a água despejada no rio seja tratada adequadamente por sistemas de tratamento de esgoto descentralizados antes de ser devolvida ao ambiente natural”, explica Muller.
Com R$ 111 Bilhões em concessões, setor de saneamento acelera em alcançar meta do marco legal

Recentemente, o jornal Valor Econômico revelou que estão previstos R$ 111 bilhões em novas concessões para saneamento de água e esgoto em 12 estados do país. Entre os projetos em estudo, destacam-se grandes iniciativas em Pernambuco e Pará, que serão leiloadas pelo BNDES ainda este ano. Esses investimentos oferecem uma nova esperança para alcançar as metas do Marco Legal do Saneamento, criado em 2020. O Marco Legal visa garantir acesso à água potável para 99% da população e tratamento de esgoto para 90% até 2033. No entanto, o estudo “Avanços do Novo Marco Legal do Saneamento Básico no Brasil de 2024″, do Instituto Trata Brasil, indica que, com o ritmo atual, a universalização só será alcançada em 2070. O estudo também aponta que aproximadamente 32 milhões de brasileiros ainda não têm acesso à água potável e mais de 90 milhões carecem de coleta de esgoto, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, onde a situação é mais crítica. “Embora as metas do Marco Legal do Saneamento sejam ambiciosas, especialmente com o prazo de 2033, os investimentos recentes em novas concessões trazem otimismo para o setor. Com o suporte adequado e a continuidade desses esforços, podemos acelerar o alcance das metas”, afirma Sibylle Muller, engenheira civil especialista em saneamento e CEO da NeoAcqua. A grande disparidade no acesso a serviços básicos evidencia a necessidade urgente de acelerar investimentos e implementar projetos eficazes. A falta de saneamento adequado afeta não só a saúde pública, mas também a qualidade de vida e o desenvolvimento econômico das comunidades. “Estamos a menos de uma década do prazo para alcançar a universalização do saneamento, um compromisso que o Brasil assumiu com seus cidadãos. No entanto, ainda enfrentamos grandes desafios, como o fato de que cinco capitais do Norte e três do Nordeste tratam menos de 35% do esgoto gerado. Os investimentos em concessionárias são cruciais para reverter esse cenário e mitigar o problema”, destaca Sibylle Muller. O sucesso desses projetos pode melhorar significativamente a infraestrutura de saneamento e trazer benefícios para a saúde pública e a qualidade de vida das populações mais vulneráveis. Se os investimentos não forem robustos ou houver uma desaceleração nos projetos, o país poderá enfrentar sérios problemas de saúde pública e aumentar as desigualdades regionais. Portanto, é essencial que o Brasil mantenha o foco e a urgência na realização dessas metas para garantir um futuro mais saudável e sustentável para todos os brasileiros.
Semae aponta reflexo de baixa vazão de rios no abastecimento de água em Piracicaba e contrata caminhões-pipa

A baixa vazão dos rios que cortam a cidade tem afetado o abastecimento de água de Piracicaba (SP), informou o Serviço Municipal de Água e Esgoto (Semae). A autarquia comunicou que contratou caminhões-pipa para abastecimento de áreas afetadas. Segundo o Semae, a estiagem gerou uma diminuição de cerca de 16% na produção de água tratada nos últimos dias por conta da baixa vazão dos rios Corumbataí e Piracicaba. Atualmente, 20% da água que abastece o município vem do Rio Piracicaba, e o restante, 80%, do Rio Corumbataí. Com a estiagem dos últimos meses, que em agosto baixou a vazão do Rio Corumbataí em cerca de 60% em relação ao mesmo período do ano passado, e a do Piracicaba em cerca de 30%, a qualidade da água piorou drasticamente na última semana, também conforme a autarquia. “A baixa qualidade da água, com bastante presença de amônia, demanda uso de mais produtos químicos para tratamento e aumenta o tempo desse tratamento, o que causa instabilidade no abastecimento dos reservatórios”, acrescentou. Adequação do sistema Além disso, a necessidade de adequação imediata do sistema de tratamento de água da Estação de Tratamento de Água (ETA) Luiz de Queiroz reduziu a capacidade de produção de água, nas últimas semanas, de 750 litros por segundo para 500 litros, 33% a menos. As obras de adequação da ETA já começaram e incluem instalação da segunda tubulação de recalque entre o reservatório e os decantadores, já realizada, além de sistema de tratamento de lodo por meio de bags (bolsas). O material também está sendo transportado em caminhões para a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Ponte do Caixão durante as operações de adequação da estação. Com isso, a produção de água na ETA deve ser normalizada em 10 ou 15 dias. De acordo com o Semae, essa solução técnica foi apresentada e aprovada pelo Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (Gaema), órgão do Ministério Público, e Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Caminhões-pipa Durante esse período de adequação da ETA Luiz de Queiroz e até que seja necessário durante a estiagem, a autarquia informou que uma transportadora de água potável que contratou vai atender os locais mais afetados pela falta de água na cidade. Os caminhões abastecerão os reservatórios do Semae, dentro das regiões mais distantes afetadas. “O Semae pede a compreensão dos moradores neste período de estiagem e recomenda a economia de água para aqueles que possuem reservação, para manter o abastecimento interno até a normalização da rede”, completou. Confira a seguir medidas para economizar: fonte: G1
Empreendimentos sustentáveis com reúso de água emergem como uma solução crucial nas novas construções

Com a crescente pressão para adotar práticas ambientais mais responsáveis e a conscientização sobre a escassez de recursos naturais, os empreendimentos sustentáveis com reuso de água emergem como uma solução crucial nas novas construções. Esses projetos integram práticas e tecnologias inovadoras voltadas para a economia e reutilização de água, desempenhando um papel essencial na redução do consumo de água potável e na minimização dos impactos ambientais associados à construção e operação de edifícios. Os empreendimentos sustentáveis com reuso de água são iniciativas que adotam uma série de estratégias para otimizar o uso dos recursos hídricos. Essas abordagens não apenas visam a preservação ambiental, mas também a diminuição dos custos operacionais e a criação de ambientes construídos mais eficientes e responsáveis. Ao empregar tecnologias que permitem a captura, tratamento e reutilização de água, esses projetos minimizam a dependência de água potável e aliviam a pressão sobre os sistemas de abastecimento e esgoto. Entre as tecnologias empregadas estão os tratamentos da água da chuva e de reuso, além de dispositivos economizadores nos pontos de consumo, como sanitários com caixa acoplada, torneiras e chuveiros. Essas soluções são fundamentais para a preservação dos recursos hídricos, ajudando a reduzir os custos operacionais e aumentar a eficiência dos empreendimentos. Sibylle Muller, CEO da NeoAcqua, empresa de referência em sistemas de tratamento e reuso de água e esgoto, ressalta a importância da inovação na gestão hídrica. Ela afirma: “A captura da água da chuva, o reuso de águas cinzas e o uso de dispositivos eficientes são essenciais para reduzir o consumo de água potável e desenvolver soluções sustentáveis que beneficiem o meio ambiente e os empreendimentos. Além disso, promover a conscientização e educar sobre essas práticas é crucial para garantir a conservação dos nossos recursos hídricos.” A seguir, a especialista apresenta cinco estratégias essenciais para transformar um empreendimento em um modelo de sustentabilidade no uso da água: Captura e reuso da água da chuva: A captura da água da chuva é uma técnica eficaz para a gestão sustentável dos recursos hídricos. Instalando calhas e tanques de armazenamento, é possível coletar e utilizar a água da chuva para irrigação, abastecimento de sistemas de climatização e lavagem de áreas externas. Sistemas de filtragem garantem que essa água seja segura para usos não potáveis, ajudando a reduzir a demanda por água potável e promovendo a conservação dos recursos hídricos. Reuso de águas cinzas: Separar e tratar águas cinzas, que provêm de lavatórios, chuveiros e máquinas de lavar, permite sua reutilização em aplicações não potáveis. Esses sistemas garantem que as águas cinzas sejam empregadas na irrigação de jardins e na lavagem de áreas externas, reduzindo o consumo de água potável e aliviando a carga sobre os sistemas de esgoto, além de contribuir para a conservação dos recursos hídricos. Tecnologia e aparelhos eficientes: Adotar dispositivos de baixo fluxo em torneiras, chuveiros e sanitários, e escolher aparelhos que consomem menos água e energia, é essencial para a gestão sustentável da água. Essas tecnologias não apenas reduzem a pegada hídrica e energética, mas também diminuem custos operacionais e melhoram a sustentabilidade geral dos sistemas de água. Eficiência na irrigação: Implementar sistemas de irrigação por gotejamento é uma abordagem altamente eficaz para fornecer água diretamente às raízes das plantas, minimizando o desperdício. O reaproveitamento da água da chuva e das águas cinzas para irrigação também aumenta a eficiência e reduz a dependência de água potável, melhorando a saúde das plantas e a produtividade das áreas verdes. Paisagismo sustentável: O paisagismo sustentável é uma abordagem eficaz para economizar água e promover a saúde ambiental. Ao optar por plantas nativas e adaptadas ao clima local, você escolhe espécies que são naturalmente resilientes e requerem menos água para prosperar. Essas plantas estão bem ajustadas às condições climáticas e ao tipo de solo da região, o que reduz a necessidade de irrigação frequente e minimiza o uso de água. Além disso, o paisagismo sustentável contribui para a preservação da biodiversidade local e melhora a eficiência dos recursos hídricos, criando ambientes mais naturais e de baixo impacto ambiental. Essas práticas e estratégias não só ajudam a construir empreendimentos mais sustentáveis, mas também desempenham um papel crucial na preservação dos recursos naturais e na criação de um futuro mais responsável e eficiente em relação ao uso da água.
Descentralização do tratamento pode ajudar o Brasil na desigualdade de acesso a esgoto

A descentralização do tratamento de esgoto pode ser uma solução eficaz para enfrentar a crise de saneamento básico no Brasil. Atualmente, cerca de 90 milhões de brasileiros vivem sem acesso à coleta de esgoto, destacando a urgência de novas abordagens para lidar com o problema do despejo indevido de esgoto. Os dados são do Ranking do Saneamento de 2024, publicados pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados e apresentam um retrato da situação do saneamento nos 100 municípios mais populosos do Brasil. Esses dados demonstram que sistemas alternativos descentralizados podem ser eficazmente implantados em áreas não atendidas pelos sistemas tradicionais, ajudando a acabar com o despejo de esgoto indevido no país. Vantagens da descentralização “A descentralização oferece várias vantagens, como a redução de custos operacionais, maior flexibilidade na implementação de soluções personalizadas e a possibilidade de atender rapidamente áreas sem infraestrutura adequada. Além disso, esses sistemas podem ser mais sustentáveis e menos dependentes de grandes investimentos em infraestrutura centralizada”, comenta Sibylle Muller, CEO da NeoAcqua. A NeoAcqua, empresa focada na fabricação e implantação de sistemas para o tratamento e reuso de águas e esgotos domésticos próximos aos seus pontos de geração, é pioneira na implementação de sistemas descentralizados para o tratamento de esgotos. A empresa propõe que esses sistemas, especialmente em áreas não atendidas pelos sistemas tradicionais, podem ser a solução para a desigualdade no saneamento que abrange o país de forma desigual. Um sistema descentralizado de tratamento de esgoto funciona através da implementação de unidades de tratamento menores, localizadas próximas aos pontos de geração do esgoto, como residências, condomínios, comunidades ou indústrias. Esse sistema trata o esgoto localmente, por meio de diversas tecnologias. Após o tratamento, a água pode ser reutilizada ou descartada de forma segura no meio ambiente. Esse modelo reduz a necessidade de grandes redes de coleta e infraestrutura centralizada, proporcionando uma solução mais rápida, econômica e sustentável, especialmente em áreas rurais ou de baixa densidade populacional. Tecnologias Políticas públicas que incentivem a adoção de sistemas descentralizados e investimentos em pesquisa e desenvolvimento para aprimorar tecnologias eficientes são cruciais. “O Brasil enfrenta um desafio monumental na área de saneamento básico e é essencial explorar todas as opções disponíveis. A descentralização do tratamento de esgoto pode desempenhar um papel crucial na universalização do acesso a saneamento adequado e na proteção do meio ambiente”, afirma Sibylle. Além de reduzir custos operacionais, estações de tratamento descentralizadas permitem eficiência e manutenção mais simples que estações de tratamento centralizadas, tornando-se uma solução econômica e sustentável. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, cada real investido em saneamento economiza nove reais em saúde, evidenciando os benefícios de um sistema de tratamento mais acessível e eficaz.
Reutilização de Águas Cinzas

A reutilização de águas cinzas, provenientes de atividades como banho e lavagem de mãos, é uma solução sustentável que reduz o consumo de água potável e traz benefícios ambientais. Tratadas e purificadas, essas águas podem ser usadas para irrigação de jardins, descarga de vasos sanitários e limpeza de pisos. Além de reduzir custos de água, essa prática valoriza imóveis, classificando-os como construções sustentáveis, algo valorizado no mercado imobiliário. A NeoAcqua, líder em fabricação e implantação de sistemas para tratamento e reuso de águas e esgotos domésticos, é pioneira com mais de 15 anos de experiência no desenvolvimento de sistemas de reuso de águas cinzas. A empresa projetou e instalou mais de 180 estações de tratamento de água cinza (ETACs) em empreendimentos residenciais, comerciais e hoteleiros no Brasil. As águas cinzas, captadas por tubulação independente, passam por tratamento biológico, filtragem e desinfecção para eliminar microorganismos patogênicos. Após o tratamento, são armazenadas em tanques e utilizadas para irrigação de jardins, descarga de vasos sanitários e limpeza de pisos. A distribuição é feita por um sistema de encanamento separado do das águas potáveis, garantindo reutilização segura e eficiente, contribuindo para a conservação de recursos hídricos e redução do consumo de água potável. “O aproveitamento de águas cinzas não apenas conserva recursos hídricos, mas também reduz o consumo de água potável. Na NeoAcqua, desenvolvemos sistemas integrados que tratam e reutilizam águas residuais de forma eficiente, valorizando propriedades ao promover práticas sustentáveis. Projetar construções com a inclusão de sistemas de reuso de águas cinzas traz economia e satisfação aos usuários, além de posicionar os imóveis como construções sustentáveis, um atributo cada vez mais valorizado pelo mercado imobiliário moderno”, comenta Sibylle Muller, CEO da NeoAcqua.
Marco do Saneamento: Uso de sistemas compactos e descentralizados ajudam no cumprimentos das metas

Sibylle Muller, CEO da NeoAcqua, destaca a contribuição dos sistemas descentralizados para o futuro de uma sociedade mais sustentável Os dados mais recentes do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) revelam que, embora 84% dos brasileiros tenham acesso à água, apenas 56% estão conectados à rede de esgoto e 45% tem seu esgoto tratado antes de devolvido ao meio ambiente. Essa disparidade reflete os desafios que o Brasil enfrenta no setor de saneamento básico, especialmente diante da urgência em atender às metas estabelecidas pelo Marco Legal do Saneamento. Uma estratégia promissora para superar esses desafios é a adoção de sistemas de tratamento de esgoto mais compactos e descentralizados, que possam tratar o esgoto em local próximo de sua geração, contribuindo assim para uma melhor cobertura e eficiência do serviço. De acordo com Sibylle Muller, CEO da NeoAcqua, é de extrema importância buscar soluções que permitam atender, com baixo custo e eficiência, os desafios do saneamento: “Os sistemas descentralizados podem atender populações de pequeno e médio porte, são fabricados em plástico reforçado com fibra de vidro, de grande durabilidade e, instalados perto dos locais de geração do esgoto, evitam a necessidade de extensas redes de coleta e estações elevatórias para levar o esgoto até as estações de tratamento centralizadas, às vezes, distantes” explica. A aplicação de sistemas compactos e descentralizados acompanha a tendência da industrialização da construção civil por meio de sistemas projetados e montados em fábrica, com simples e rápida instalação in loco. A simplicidade e agilidade de instalação em campo, aliadas a investimentos relativamente baixos e boa eficiência contribuem para o cumprimento das metas do Marco do Saneamento. Com isso, ao longo do tempo, com o aumento das estações descentralizada, será possível avançar na cobertura de atendimento à população, promovendo melhorias significativas no saneamento básico em todo o país. Além disso, o avanço na implementação desses sistemas tem um impacto direto no bem-estar e na saúde pública dos brasileiros. À medida que as metas do Marco do Saneamento são alcançadas, há uma redução na contaminação por águas não tratadas, promovendo um ambiente mais saudável e seguro para todos os cidadãos. “No entanto, os desafios para implementar esses sistemas não devem ser subestimados, especialmente no que diz respeito aos investimentos necessários. Superar esses desafios requer um compromisso contínuo com recursos financeiros e estratégias eficientes de gestão”, finaliza Sibylle.
Sibylle Muller, CEO da NeoAcqua, afirma que investir em propriedades sustentáveis pode trazer benefícios ambientais e financeiros

Com a crescente preocupação ambiental e escassez de insumos naturais, as pessoas têm direcionado sua atenção para escolhas habitacionais mais sustentáveis. Esse movimento tem causado um impacto considerável no mercado imobiliário, impulsionando uma busca por imóveis ecologicamente conscientes, capazes de reduzir o impacto ambiental. Neste sentido, buscam adotar práticas visando eficiência energética, gestão de recursos hídricos com introdução de sistemas de reuso e aproveitamento de águas de chuva e gestão de resíduos sólidos. Segundo a NeoAcqua, companhia especialista e pioneira em economia verde a partir de projetos e instalações de sistemas de tratamento e reuso de água e esgoto, houve, nos últimos cinco anos, um aumento expressivo de 10% na entrega de estações de reuso de água cinza em domicílios e empreendimentos comerciais e 195% de tratamento de águas pluviais para reuso. Esses números representam uma tendência crescente na implementação desses sistemas nas propriedades, especialmente em São Paulo. Sibylle Muller, CEO da NeoAcqua, explica que a escolha por um imóvel sustentável oferece vantagens notáveis para uma família, especialmente para quem busca permanecer por muitos anos na casa: “Um imóvel com reuso de água permite uma autonomia no abastecimento de itens essenciais (como, por exemplo, descarga de vasos sanitários) em ocasiões de falta de distribuição de água pela concessionária local como em situações de crise hídrica. Além disso, o proprietário terá vantagens econômicas, pois terá uma conta de água reduzida comparada às propriedades que não contemplam esta solução. Desta forma, mesmo que o custo do metro quadrado na aquisição do ambiente seja um pouco maior, o retorno é garantido em alguns meses”, explica. As principais características que definem um imóvel sustentável, segundo Sibylle, incluem: “A compra de imóveis que obtenham essas particularidades desempenha um papel crucial na transição para um futuro ecologicamente responsável. Se todos optarem por propriedades que priorizem a eficiência energética, o uso racional dos recursos naturais, inclusive de água, e a gestão responsável dos resíduos sólidos, estaremos coletivamente promovendo um ambiente mais saudável e sustentável para as gerações futuras”, finaliza Sibylle Muller. Leia a matéria original: https://pocosentreaspas.com/regional/o-que-procurar-em-um-imovel-para-uma-vida-mais-sustentavel-e-economica/
Sibylle Muller, CEO da NeoAcqua, comenta sobre como as ondas de calor podem contribuir com a crise hídrica.

Uma forte onda de calor ganhou força no Brasil nesta semana, com os termômetros marcando, ao menos, 5ºC acima da média, conforme alerta do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). E à medida que as temperaturas continuam a subir, a crise hídrica é uma realidade cada vez mais presente em diversas regiões. No entanto, empresas com grande número de pessoas podem desempenhar um papel fundamental no enfrentamento desse problema, adotando medidas proativas para economizar água e reduzir custos. De acordo com o relatório da ONU 2023, o uso da água tem aumentado 1% ao ano nos últimos 40 anos em âmbito global. A estimativa é que a taxa de crescimento continue nesse patamar até 2050. Sibylle Muller, Mestre em engenharia civil, CEO da NeoAcqua, destaca alternativas viáveis para minimizar o impacto do aumento do consumo de água nas empresas. “Uma das soluções para minimizar os impactos da escassez de água durante as ondas de calor é o reúso de águas cinzas (águas captadas a partir de lavatórios e chuveiros), que podem ser tratadas e reutilizadas para diversas finalidades, como descarga de vasos sanitários, rega de jardins e canteiros, limpeza em geral, lavagem de veículos, entre outras. A situação ideal para implementação de um sistema de reuso num empreendimento ocorre preferencialmente a partir da fase de concepção do projeto, permitindo que a hidráulica possa absorver facilmente algumas modificações necessárias”, comenta. Além do reuso de águas cinzas, as empresas também podem tomar iniciativas adicionais para reduzir o consumo de água potável, como: “Essas medidas são importantes para a preservação dos recursos hídricos preciosos que, com certeza, serão extremamente importantes para a preservação do meio ambiente. Nossa empresa está comprometida com a sustentabilidade ambiental, buscando sempre melhoria contínua e inovações no desenvolvimento de sistemas de tratamento e reuso de águas”, finaliza Sibylle Muller, CEO da NeoAcqua. Matérias originais: Montanhas Capixabas: https://bit.ly/40NO5tj Revista Negócio Rural: https://bit.ly/47GjuQq
A NeoAcqua investe na capacitação de Técnicos de Manutenção e Instalação

O grupo Aquabrasilis, líder em soluções hídricas, promoveu em sua nova sede, um curso para a capacitação de técnicos de manutenção e instalação dos sistemas oferecidos pela empresa. O curso desenvolveu capacitações necessárias para todos os processos de automação, com ênfase em detalhes para deixar todos os funcionários atualizados totalizando uma carga horária de 5 horas. Durante a formação foram abordados temas como funções básicas de eletricidade, tipos de painéis produzidos pela Acquabrasilis, além da leitura de diagrama elétrico, princípios básicos de automação e resolução de problemas. “Gostei bastante do curso pois tinha algumas dúvidas sobre nossos quadros elétricos e sobre o diagrama mais agora estão bem claros, foi muito bem explicado!”, disse Edivagner Ribeiro, Técnico de Manutenção e Instalação I. “O curso foi bem objetivo, bem explicado com detalhes, todos os processos de automação também foram muito bem explicados.” Aldenir Alves, Técnico de Manutenção e Instalação I. O Grupo Aquabrasilis acredita que o investimento na capacitação dos funcionários para aumentar os níveis de qualidade dos serviços e produtos para oferecer um serviço excelente que esteja alinhado com as necessidades de cada cliente, conquistando um diferencial competitivo e colaboradores engajados. SOBRE O GRUPO ACQUABRASILIS Há muitos anos no mercado, o Grupo Acquabrasilis conta com experiência para oferecer aos clientes as melhores e mais modernas soluções hídricas do mercado. A empresa é pioneira em economia verde a partir de sistemas de tratamento de água e esgoto que fornece suporte desde o projeto, instalação e manutenção dos sistemas hídricos. Cada etapa é acompanhada com profissionalismo e expertise. Centenas de projetos já foram implementados por todo Brasil, desde o tratamento de água e efluentes para construtoras, indústrias galpões, empreendimentos comerciais de médio a grande porte. BENEFICIOS DA NOSSA ESPECIALIDADE O Grupo AcquaBrasilis ajuda a sua empresa a pontuar para a obtenção de certificações ambientais como o LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) e AQUA (Alta Qualidade Ambiental) e alinhamento com indicadores do ESG, ou seja, oferecemos a assessoria completa na gestão hídrica em projetos de recursos hídricos. Por ser pioneira e portadora de uma experiência técnica acumulada, o Grupo AcquaBrasilis consolidou-se como referência de qualidade em soluções de recursos hídricos no mercado, conquistando prêmios e o reconhecimento por centenas de projetos de sucesso.