Sustentabilidade deixou de ser tendência

A sustentabilidade deixou de ser tendência — é uma exigência do presente. Incorporar sistemas de tratamento de esgoto e reuso de água desde o projeto é uma estratégia inteligente que traz economia, eficiência hídrica e valorização ao imóvel. 💧A NeoAcqua oferece tecnologias completas para o aproveitamento de águas pluviais, tratamento de efluentes e reuso de águas cinzas, alinhadas às normas técnicas e às exigências ambientais. Seja um empreendimento residencial, comercial ou industrial, investir em soluções sustentáveis é investir no futuro. 🌍 Construa com responsabilidade. Construa com a NeoAcqua.

Marco Legal do Saneamento

Em 2025, o Marco Legal do Saneamento completa 5 anos, marcando uma transformação significativa no setor. A legislação estabeleceu metas ambiciosas: alcançar 99% da população com acesso à água potável e 90% com coleta e tratamento de esgoto até 2033 . Desde sua implementação, observamos um crescimento expressivo na participação do setor privado. Em 2019, apenas 291 cidades contavam com serviços de saneamento privatizados. Em 2024, esse número saltou para 1.648 municípios, e a expectativa é que até 2026, metade das cidades brasileiras estejam sob gestão privada . Esse avanço representa não apenas uma melhoria na infraestrutura, mas também uma oportunidade para implementar soluções inovadoras e sustentáveis. A NeoAcqua está comprometida em contribuir com esse progresso, oferecendo tecnologias de ponta para tratamento de esgoto e reuso de água, alinhadas às metas de universalização e sustentabilidade. 💧 NeoAcqua – Inovação e sustentabilidade a serviço do saneamento.

IA generativa: o impacto hídrico que ninguém vê. Sybille Muller na Forbes

O crescimento exponencial da inteligência artificial generativa está provocando uma transformação silenciosa, mas profunda, na infraestrutura digital global: a corrida por data centers de altíssimo desempenho. À medida que modelos de IA se tornam mais sofisticados e exigentes em poder computacional, cresce também a pressão sobre recursos como energia e água, e com ela, a urgência por soluções sustentáveis. No centro desse debate, o Brasil desponta como um dos países com maior potencial para liderar essa nova fase da economia digital. Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), os data centers representaram cerca de 1,5% do consumo global de eletricidade em 2024, com projeções de que esse número dobre até 2030, atingindo 945 TWh — o equivalente a quase duas vezes o consumo total de eletricidade do Brasil em 2023. “A demanda por processamento de dados em larga escala tem aumentado exponencialmente, impulsionada pela capacidade da IA de transformar setores como indústria, finanças, saúde e educação”, afirma Engelbert de Oliveira, Head de Estratégia e Desenvolvimento de Negócios da Siemens Brasil. “Mas isso traz o desafio de gerenciar o consumo de energia, já que os data centers são intensivos em recursos.” A Siemens tem apostado em tecnologias como gêmeos digitais e inteligência artificial aplicada à gestão de infraestrutura para reduzir desperdícios e otimizar o desempenho dos data centers. “Estamos falando de centros autônomos, que ajustam dinamicamente padrões de fluxo de ar, realizam resfriamento preciso e reduzem significativamente o consumo de energia e as emissões de CO₂”, explica Oliveira. O Brasil, com 87% de sua matriz elétrica composta por fontes renováveis — frente a uma média global de 30% —, tem uma vantagem competitiva natural nesse cenário. “É uma pauta que deve caminhar junto com o avanço da IA”, completa. Mas a sustentabilidade não se limita à energia. A CEO da NeoAcqua, Sibylle Muller, alerta para o impacto hídrico da IA generativa. “Treinar grandes modelos consome milhões de litros de água, principalmente para resfriar servidores. Ainda existe o mito de que o digital não gera impacto, mas ele é real e relevante”, afirma. Segundo ela, embora alguns data centers usem refrigeração a ar, que dispensa água, isso aumenta o consumo energético — o que, se não for suprido por fontes limpas, mantém o impacto ambiental elevado. “No Brasil, apesar da abundância hídrica, já enfrentamos escassez em várias regiões. É hora de unir tecnologia, inovação e gestão eficiente dos recursos naturais.” Outro ponto estratégico é a segurança energética. Para Celso Cunha, presidente da Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares (ABDAN), a IA generativa exige uma oferta contínua e estável de energia — algo que fontes intermitentes, como solar e eólica, não garantem sozinhas. “É aí que a energia nuclear ganha relevância. Ela opera 24/7, com alta densidade energética e confiabilidade”, afirma. Cunha destaca ainda o potencial do Brasil nesse campo: o país tem uma das maiores reservas de urânio do mundo e um histórico consolidado na área nuclear. “O desafio agora é pensar políticas públicas, regulação e investimentos que posicionem o Brasil de forma estratégica neste novo ciclo tecnológico.” Leia mais em: https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/07/ia-acelera-demanda-por-data-centers-e-coloca-brasil-em-papel-de-destaque/

Sustentabilidade na Prática – Reúso de Água como Solução para Construções Mais Eficientes

Em um cenário cada vez mais impactado pelas mudanças climáticas, o setor da construção civil tem passado por uma verdadeira transformação. A busca por maior eficiência, responsabilidade ambiental e uso inteligente dos recursos naturais se tornou prioridade. Nesse contexto, a implantação de sistemas de reúso de água ganha protagonismo como solução sustentável e economicamente viável. Estudos do setor apontam que o reúso pode reduzir entre 40% e 60% o consumo de água potável. “Empreendimentos que apostam em soluções de reúso conseguem economizar até 60% no consumo de água potável, além de agregar valor ambiental, social e econômico ao projeto”, afirma Sibylle Muller, CEO da NeoAcqua, empresa especializada em soluções para o tratamento de água e esgoto. Segundo a executiva, a sustentabilidade deixou de ser apenas um diferencial para se tornar um critério básico, principalmente em regiões onde a escassez hídrica e a sobrecarga da infraestrutura urbana já são realidade. Além da economia, os sistemas de reúso contribuem para a redução do impacto ambiental e fortalecem a autonomia hídrica dos empreendimentos. Luna Nova: Reúso para mais de 4 mil colaboradores Um exemplo concreto é o projeto do empreendimento Luna Nova, localizado no interior de São Paulo. Com capacidade para atender mais de 4 mil colaboradores, o local recebeu uma estação de tratamento de esgoto compacta, desenvolvida pela NeoAcqua/AcquaBrasilis. A água tratada é reaproveitada em diversas aplicações: descarga sanitária, irrigação de áreas verdes e limpeza de espaços comuns. O sistema é de fácil operação e manutenção, e proporcionou redução significativa de custos, além de autonomia hídrica. “Esse tipo de sistema é ideal para condomínios residenciais, empresariais, parques industriais, centros logísticos, shopping centers e residências que buscam responsabilidade ambiental”, reforça Sibylle. Retrofit: modernização sustentável com menor custo Outro destaque é o uso do reúso em projetos de retrofit. Essa solução permite modernizar edifícios já existentes, incorporando tecnologias compactas e eficientes para tratamento e reuso de água. Além de contribuir para a sustentabilidade, o retrofit reduz custos operacionais e pode aumentar o valor de mercado dos empreendimentos. “O retrofit é uma forma de revitalizar construções com foco em sustentabilidade, permitindo a obtenção de certificações verdes e a melhora da imagem institucional”, diz Sibylle. Sistemas modernos com monitoramento remoto e operação automatizada tornam essa solução ainda mais eficiente. Construir com consciência é investir no futuro A urgência por soluções sustentáveis é uma realidade para cidades mais resilientes e empreendimentos mais rentáveis. A sustentabilidade já caminha lado a lado com a construção civil. “Hoje, há tecnologia disponível, viabilidade técnica e retorno garantido. Com vontade e planejamento, é possível transformar a visão em realidade”, conclui Sibylle Muller. O reúso da água é um caminho inteligente para proteger os recursos naturais, agregar valor aos empreendimentos e construir um futuro mais equilibrado.

Empreendimento LUNA NOVA instala sistema para atender mais de 4 mil colaboradores.

A NeoAcqua tem orgulho de contribuir para a eficiência hídrica do Luna Nova, um empreendimento comercial localizado na Chácara Santo Antônio, São Paulo. Com um sistema de tratamento inovador, combinamos ETAC (biocontatores rotativos – ACQUACICLUS) e ETAP (aproveitamento de água de chuva) para otimizar o uso da água. Desde sua instalação, em 27/09/2023, o sistema tem atendido 4.514 funcionários, garantindo o reuso eficiente de 813 m³ de água por mês.  Mais do que tecnologia, oferecemos soluções que fazem a diferença para a sustentabilidade e economia dos empreendimentos! 

A importância da manutenção preventiva para ETAP e ETAC

A manutenção preventiva de sistemas de tratamento e reuso de água garante sua máxima eficiência, colaborando para que o empreendimento tenha economia, autonomia de água e ajude ao Meio Ambiente.A NeoAcqua possui um departamento especializado na manutenção de ETAP (Estações de Tratamento de Águas Pluviais) e ETAC (Estações de Tratamento de Águas Cinzas), assegurando o funcionamento ideal e a conformidade com normas ambientais. ✅ O que oferecemos?🔹 Inspeção e diagnóstico detalhado.🔹 Manutenção preventiva e corretiva.🔹 Substituição de componentes desgastados.🔹 Atualização e modernização com novas tecnologias. 💡 Reduza o consumo de água potável, prolongue a vida útil do sistema e otimize a operação do seu empreendimento. Conte com a experiência da NeoAcqua para manter sua estação sempre eficiente! 📩 Fale com nossos especialistas!

NEOACQUA é presença confirmada na FEICON 2025

É com grande entusiasmo que confirmamos nossa participação na FEICON 2025, o maior evento da construção civil da América Latina! De 8 a 11 de abril, estaremos no São Paulo Expo apresentando nossas soluções inovadoras em tratamento e reuso de água. 🔹 Sistemas completos para ETE, ETAP e ETAC🔹 Tecnologias sustentáveis para gestão hídrica🔹 Reservatórios, cisternas e megatanques de alta performance Venha nos visitar e conhecer de perto como a NeoAcqua pode transformar a gestão de recursos hídricos do seu empreendimento! 💦✨ 📅 Data: 8 a 11 de abril de 2025📍 Local: São Paulo Expo Nos vemos lá! 👷‍♂️🔧

Estação compacta trata água de poço e garante segurança em casas e empresas

O uso de água de poço é uma realidade em diversas regiões do Brasil. Segundo um levantamento do Instituto Trata Brasil, divulgado em 2019, existem aproximadamente 2,5 milhões de poços artesianos no país, com 17,5 bilhões de m³ de água bombeada por ano. Ainda de acordo com o estudo, 52% dos municípios brasileiros são abastecidos total ou parcialmente por águas subterrâneas, sendo que em 48% das cidades com até 10 mil habitantes esse recurso é a única opção de abastecimento. Embora o poço artesiano pareça ser uma solução prática e acessível para o abastecimento de água potável, ele deve atender as exigências legais na fase de outorga, bem como, ter seus parâmetros de qualidade monitorados ao longo de sua vida útil. “O consumo de água de poço implica alguns cuidados. A água extraída de fontes subterrâneas pode estar contaminada com uma variedade de substâncias nocivas, como bactérias, vírus, parasitas, metais pesados e produtos químicos. Os diversos contaminantes podem causar problemas de saúde, como irritação da pele, problemas respiratórios e gastrointestinais e até doenças mais graves. A presença de ferro e manganês na água pode causar manchas nos dentes, roupas e louças, além de gerar sabor e odor desagradáveis na água. Nitratos e resíduos de pesticidas ou fertilizantes, também podem ocorrer, especialmente em áreas agrícolas. Por isto, é importante fundamentar o projeto de um sistema de tratamento, em uma análise da qualidade da água, com mapeamento dos possíveis contaminantes a serem removidos”, comenta Sibylle Muller, engenheira civil e CEO da NeoAcqua, empresa especializada no desenvolvimento e instalação de estações de tratamento de águas e efluentes, dimensionados de acordo com a necessidade de cada cliente. A especialista explica que uma Estação de Tratamento de Água (ETA) para consumo humano deve atender o padrão de potabilidade do Ministério da Saúde, Portaria GM/MS nº 888 de 2021, que apresenta limites permitidos para os parâmetros de qualidade de água. No caso de ETAs para tratamento de água de poço com baixo teor de contaminantes e baixas vazões, pode-se projetar uma ETA compacta, de baixo custo, com processos simplificados de filtração, adsorção, correção de pH e desinfecção. Esse tipo de tratamento é possível para residências, empresas e qualquer estabelecimento que utilize água de poço”, esclarece Muller. Em resumo, o uso de água de poço é seguro para consumo humano, desde que o sistema de tratamento seja adequadamente dimensionado e que a água tratada tenha a sua qualidade monitorada ao longo do tempo para garantir a saúde e a segurança de quem a consome. A instalação de um sistema de tratamento de água corretamente projetado, montado e instalado constitui solução eficiente e acessível, tanto para residências, quanto para comércios e indústrias, assegurando que a água seja tratada e livre de contaminantes prejudiciais. Fonte: https://www.folhavitoria.com.br/economia/constroi-es/noticias/estacao-compacta-trata-agua-de-poco-e-garante-seguranca-em-casas-e-empresas/

Setor de saneamento acelera em alcançar meta do marco legal

Em 29 de julho, o jornal Valor Econômico revelou que estão previstos R$ 111 bilhões em novas concessões para saneamento de água e esgoto em 12 estados do país. Entre os projetos em estudo, destacam-se grandes iniciativas em Pernambuco e Pará, que serão leiloadas pelo BNDES ainda este ano. Esses investimentos oferecem uma nova esperança para alcançar as metas do Marco Legal do Saneamento, criado em 2020. O Marco Legal visa garantir acesso à água potável para 99% da população e tratamento de esgoto para 90% até 2033. No entanto, o estudo “Avanços do Novo Marco Legal do Saneamento Básico no Brasil de 2024”, do Instituto Trata Brasil, indica que, com o ritmo atual, a universalização só será alcançada em 2070. Acesso ao saneamento básicoO estudo também aponta que aproximadamente 32 milhões de brasileiros ainda não têm acesso à água potável e mais de 90 milhões carecem de coleta de esgoto, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, onde a situação é mais crítica. “Embora as metas do Marco Legal do Saneamento sejam ambiciosas, especialmente com o prazo de 2033, os investimentos recentes em novas concessões trazem otimismo para o setor. Com o suporte adequado e a continuidade desses esforços, podemos acelerar o alcance das metas”, afirma Sibylle Muller, engenheira civil especialista em saneamento e CEO da NeoAcqua. A grande disparidade no acesso a serviços básicos evidencia a necessidade urgente de acelerar investimentos e implementar projetos eficazes. A falta de saneamento adequado afeta não só a saúde pública, mas também a qualidade de vida e o desenvolvimento econômico das comunidades. Desafios“Estamos a menos de uma década do prazo para alcançar a universalização do saneamento, um compromisso que o Brasil assumiu com seus cidadãos. No entanto, ainda enfrentamos grandes desafios, como o fato de que cinco capitais do Norte e três do Nordeste tratam menos de 35% do esgoto gerado. Os investimentos em concessionárias são cruciais para reverter esse cenário e mitigar o problema”, destaca Sibylle Muller. O sucesso desses projetos pode melhorar significativamente a infraestrutura de saneamento e trazer benefícios para a saúde pública e a qualidade de vida das populações mais vulneráveis. Se os investimentos não forem robustos ou houver uma desaceleração nos projetos, o país poderá enfrentar sérios problemas de saúde pública e aumentar as desigualdades regionais. Portanto, é essencial que o Brasil mantenha o foco e a urgência na realização dessas metas para garantir um futuro mais saudável e sustentável para todos os brasileiros.

Empreendimentos sustentáveis com reúso de água emergem como uma solução crucial nas novas construções

Com a crescente pressão para adotar práticas ambientais mais responsáveis e a conscientização sobre a escassez de recursos naturais, os empreendimentos sustentáveis com reuso de água emergem como uma solução crucial nas novas construções. Esses projetos integram práticas e tecnologias inovadoras voltadas para a economia e reutilização de água, desempenhando um papel essencial na redução do consumo de água potável e na minimização dos impactos ambientais associados à construção e operação de edifícios. Os empreendimentos sustentáveis com reuso de água são iniciativas que adotam uma série de estratégias para otimizar o uso dos recursos hídricos. Essas abordagens não apenas visam a preservação ambiental, mas também a diminuição dos custos operacionais e a criação de ambientes construídos mais eficientes e responsáveis. Ao empregar tecnologias que permitem a captura, tratamento e reutilização de água, esses projetos minimizam a dependência de água potável e aliviam a pressão sobre os sistemas de abastecimento e esgoto. Entre as tecnologias empregadas estão os tratamentos da água da chuva e de reuso, além de dispositivos economizadores nos pontos de consumo, como sanitários com caixa acoplada, torneiras e chuveiros. Essas soluções são fundamentais para a preservação dos recursos hídricos, ajudando a reduzir os custos operacionais e aumentar a eficiência dos empreendimentos.  Sibylle Muller, CEO da NeoAcqua, empresa de referência em sistemas de tratamento e reuso de água e esgoto, ressalta a importância da inovação na gestão hídrica. Ela afirma: “A captura da água da chuva, o reuso de águas cinzas e o uso de dispositivos eficientes são essenciais para reduzir o consumo de água potável e desenvolver soluções sustentáveis que beneficiem o meio ambiente e os empreendimentos. Além disso, promover a conscientização e educar sobre essas práticas é crucial para garantir a conservação dos nossos recursos hídricos.” A seguir, a especialista apresenta cinco estratégias essenciais para transformar um empreendimento em um modelo de sustentabilidade no uso da água: Captura e reuso da água da chuva: A captura da água da chuva é uma técnica eficaz para a gestão sustentável dos recursos hídricos. Instalando calhas e tanques de armazenamento, é possível coletar e utilizar a água da chuva para irrigação, abastecimento de sistemas de climatização e lavagem de áreas externas. Sistemas de filtragem garantem que essa água seja segura para usos não potáveis, ajudando a reduzir a demanda por água potável e promovendo a conservação dos recursos hídricos. Reuso de águas cinzas: Separar e tratar águas cinzas, que provêm de lavatórios, chuveiros e máquinas de lavar, permite sua reutilização em aplicações não potáveis. Esses sistemas garantem que as águas cinzas sejam empregadas na irrigação de jardins e na lavagem de áreas externas, reduzindo o consumo de água potável e aliviando a carga sobre os sistemas de esgoto, além de contribuir para a conservação dos recursos hídricos. Tecnologia e aparelhos eficientes: Adotar dispositivos de baixo fluxo em torneiras, chuveiros e sanitários, e escolher aparelhos que consomem menos água e energia, é essencial para a gestão sustentável da água. Essas tecnologias não apenas reduzem a pegada hídrica e energética, mas também diminuem custos operacionais e melhoram a sustentabilidade geral dos sistemas de água. Eficiência na irrigação: Implementar sistemas de irrigação por gotejamento é uma abordagem altamente eficaz para fornecer água diretamente às raízes das plantas, minimizando o desperdício. O reaproveitamento da água da chuva e das águas cinzas para irrigação também aumenta a eficiência e reduz a dependência de água potável, melhorando a saúde das plantas e a produtividade das áreas verdes. Paisagismo sustentável: O paisagismo sustentável é uma abordagem eficaz para economizar água e promover a saúde ambiental. Ao optar por plantas nativas e adaptadas ao clima local, você escolhe espécies que são naturalmente resilientes e requerem menos água para prosperar. Essas plantas estão bem ajustadas às condições climáticas e ao tipo de solo da região, o que reduz a necessidade de irrigação frequente e minimiza o uso de água. Além disso, o paisagismo sustentável contribui para a preservação da biodiversidade local e melhora a eficiência dos recursos hídricos, criando ambientes mais naturais e de baixo impacto ambiental. Essas práticas e estratégias não só ajudam a construir empreendimentos mais sustentáveis, mas também desempenham um papel crucial na preservação dos recursos naturais e na criação de um futuro mais responsável e eficiente em relação ao uso da água.